"Nunca é alto o preço a pagar pelo privilegio de pertencer a si mesmo." Nietzsche

Sonho.

Parecia um sonho...
Mas ela agarrou aquele sonho como se fosse a sua ultima esperança.
Por mais que ela já estivesse cansada dos seus sonhos serem pisoteados,
serem jogados fora.
Mesmo depois de ter “quebrado a cara” tantas vezes
Depois de ter jurado 
que não acreditaria mais em ninguém...
Alguém,
simplesmente,
fez com que ela olhasse para dentro de si novamente
e percebesse que ela era mais do que aquilo...
Fez ela lembrar que o seu nome
significava esperança, fé.
Então ela,
mais uma vez...

Agarrou o seu sonho 
e acreditou no quão real ele pode ser.



imagem da internet

Paradoxo.

- Eles comiam os corpos dos seus amigos, porque acreditavam que não existia lugar melhor do que dentro deles para guarda-los, no entanto, nós os chamamos de Bárbaros. Não entendo a sociedade. Todo mundo quer ser o certo, mas ninguém quer aceitar as verdades dos outros.
- Do que você esta falando?
- Qual a graça de rotular as pessoas? Me fala. Qual é a maldita graça de rotular as pessoas?
- O que eu fiz agora?
- É que eu estou de saco cheio de só ouvir você dizer “maconheiro, viado, lésbica, sapatão, rapariga, retardada...” Por acaso você conhece algum deles?
- Ah, e você vai defender agora?
- Não estou querendo defender ninguém, mas se o mundo todo tentasse conhecer melhor os outros antes de por os rótulos, talvez não tivéssemos que assistir o noticiário falando “ele entrou e matou 12 crianças, sem motivo”
- Mas isso não teve nada haver..
- E quem se importa, não é mesmo? Ninguém se importa mais com ninguém. Tudo é motivo de preconceito... Até idade virou motivo de preconceito. Não estou ignorando vocês, cada um com seus motivos. Só peço aos céus que um dia as pessoas consigam enxergar a essência das outras e não as aparências.
Por alguns minutos, o silencio reinou.

“Ideal seria que as pessoas soubessem amar, o tanto que sabem fingir” Bob Marley.

O Sr. do Tempo e seus mistérios.


Eu sou revoltada com o tempo. As pessoas dizem que o relógio serve para marcar as horas, o tempo. No entanto, ate hoje ainda não consegui entender como isso acontece. Eu sei que os ponteiros estão sempre dando suas voltas. Mas, é fácil marcar a hora, não o tempo. O tempo é muito mais complexo.
Engana-se quem acha que pode medir o tempo com um relógio. Tente então, contar 45 min na aula daquele professor chato, aposto que você irá olhar pelo menos umas três vezes para hora e a aula não acabará. Agora, tente fazer isso naquela aula que você adora. Você nem terá tempo de olhar para o relógio, pois ela acabará antes. Então, chego à conclusão: o tempo é relativo sim. O tempo é muuuito relativo.
Quando estou estudando, por exemplo, a sensação que eu tenho é que a cada 30 minutos, passam-se 60 segundos do relógio. Se for o caso de estar em uma festa, acontece exatamente o inverso, a cada 60 segundos, o tempo faz questão de avançar meia hora. Ou mais. Eu me revolto com esse jeito de ser do tempo.
Parece que o Sr. do tempo vive em função de me irritar... E quando vem com aquela história “se acalme, o tempo vai curar” “tá, vo fingir que acredito”. Pois, pelo que eu conheço desse aí, é capaz de ele passar bem devagarzinho, só para que a dor dure por mais tempo... “A crueldade em forma de tempo!” Mas isso já é outra estória...
Para quem não leu “tic-tac, lentamente”, foi onde comecei a sacar essa do tempo.

“Vendi a coleção porque finalmente compreendi o que o verdadeiro amor realmente significa. Tim havia me dito, e me mostrado, que o amor significava pensar mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importa quão dolorosa seja a sua escolha. Saí do quarto de hospital de Tim sabendo que ele estava certo. Mas fazer a coisa certa não foi fácil. Hoje em dia, levo a vida sentindo que falta algo, que preciso de algum modo tornar minha vida completa. Sei que meu sentimento por Savannah nunca mudará, e sempre terei dúvidas sobre a escolha que fiz”.

- Querido, Jonh.